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Sex, 20 de Maio de 2011 11:06
Slash: HSBC Brasil - São Paulo/SP 2011
Marcel Jabbour
Redação TDM
 
Com muito Guns e rock, Slash empolga em apresentação em São Paulo.
 
Lauro Capellari/TDM
 
Impossível dissociar Slash de Guns N’ Roses. Ao chegar ao HSBC Brasil, o mar de gente com camisetas de uma das maiores bandas do fim dos anos 80, início dos 90, nos faz lembrar que teremos ali um pouco daqueles tempos.

E em nenhum momento do show Slash renega seu passado. Tanto que o ‘set list’ de sua turnê “We'll All Gonna Die” tem metade de sua composição baseada nas músicas dos tempos de Axl Rose e Cia.

Por falar em Axl, coube ao excelente Myles Kennedy a responsabilidade de assumir os vocais. Tarefa um tanto quanto ingrata, tendo em vista os exigentes fãs. Conhecido por ser vocalista da banda Alter Bridge (formada por intregrantes do Creed), Kennedy já havia participado e impressionado no CD solo de Slash, batizado com o nome do guitarrista.

Quando, pontualmente, às 21h30, as primeiras notas de “Ghost” começaram a soar, percebe-se que a escolha pelo vocalista foi certeira. Além de absolutamente afinado, Kennedy demonstrou grande versatilidade, passeando com tranqüilidade pelas músicas originalmente cantadas por Axl e Scott Weiland (nos tempos de Velvet Revolver).

Toddy Kerns (baixo), Bobby Schnek (guitarra) e Brent Fitz (bateria, ex-Alice Cooper) completam a banda, que, se não traz grandes surpresas, também não compromete a apresentação do protagonista da noite.

Slash entrou no palco e foi como um flashback: calça e colete de couro, regata, óculos escuros, cartola e Les Paul em punho. Ao som do hino do Brasil, saudou o público e começou a apresentação de forma vibrante.

Para quem achava que o público seria formado por “viúvas do Guns N’ Roses”, foi interessante ver a interação em quase todas as músicas, incluindo as do álbum solo. Mas foi, sem dúvida, em “Nightrain”, clássico do álbum “Appetite for Destruction”, do Guns N’ Roses, que o público começou a ir à loucura.

Com poucas palavras, mas sempre simpático, Slash agradeceu diversas vezes os fãs. E nem precisava dizer muito. O que todos queriam escutar eram os solos de Slash. E eles vieram entre escalas pentatônicas e maiores, durante músicas como “Sucker Train Blues”, “Rocket Queen”, “Civil War”, “Starlight”, “Nothing to Say” e “Beautiful Dangerous”.

Não houve muitas mudanças em comparação com o show no Rio de Janeiro. A mais notada foi a saída do clássico “Patience” para a entrada da também balada “Fall to Pieces”. Apesar da grande diferença de apelo entre as duas canções, o público cantou junto.

Mas o momento de maior empolgação começou com “My Michelle”, que foi seguida pelas notas da música tema do filme “O Poderoso Chefão”. Histeria geral! Assim como nos tempos de GN’R, Slash emendou “Sweet Child of Mine”. A reação foi imediata e só o que se via eram mãos erguidas, quase todas empunhando câmeras fotográficas e celulares que tentavam registrar aquele momento histórico. “Slither”, uma das mais famosas do Velvet, fechou a primeira parte do show.

No bis, “By the Sword” abriu espaço para a cereja do bolo: encerramento com “Mr. Brownstone”, “Paradise City” e muitos aplausos agradecidos de pessoas que, se não tiveram a chance de ver o Guns tocar, viram uma das estrelas da companhia matar um pouco dessa vontade. Missão cumprida.
 
Fonte: Território da Música
Última atualização em Sex, 20 de Maio de 2011 11:08
 

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