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Marilyn Manson: abrindo o coração para o The Guardian PDF Imprimir E-mail
Qua, 18 de Julho de 2012 18:11
Marilyn Manson: abrindo o coração para o The Guardian

 

Traduzido por José Leonardo

Marilyn Manson participou da seção “This Much I Know” do jornal britânico The Guardian.

"Há muitas pessoas que não escutaram minha música. Eles provavelmente devem ter ouvido meu nome de alguma forma, como no caso de Columbine (a música de Manson foi culpada por ter inspirado o massacre), mas eu não espero que eles me entendam – eu não sou arrogante assim."

"Quando criança eu tive dentes salientes, aparelho e acne. Eu odiava o que via. Ainda não fico confortável, mas é por isso que eu mudo e adapto minha aparência."

"Meu corpo é um lugar onde drogas e álcool fazem os germes ter medo de viver. Eu não tenho nenhum problema de saúde para falar, bate na madeira."

"A irmã gêmea da minha namorada teve um bebê e comecei a pensar que talvez não fosse tão ruim passar meu gênio demente a uma coisinha pequena que pode botar fogo nas coisas e respirar coisas profanas."

"As vantagens da Internet é que derrubou a farsa da política. A China ouviu sobre democracia e as pessoas conheceram conceitos que não tinham anteriormente."

"Eu me apaixono muito fácil. Eu amo absinto, eu amo estar vivo, eu amo música. Mas o amor é uma palavra muito estreita. É difícil de definir."

"Eu sou atraído por mulheres que são independentes e criativas, o que é problemático porque é uma luta, uma competição de carreiras. Há ciúmes. E se você não quer ser conhecido como a namorada de Marilyn Manson, por que você seria?"

"Estou em bons termos com a minha ex-mulher [Dita Von Teese], mas eu a vi ontem à noite no Bar Met, em Londres e acho que há uma parte dela que ainda está chateada comigo."

"Eu não consigo dormir sem que a TV esteja ligada. Não importa em qual canal. Eu não gosto de silêncio. Meus ouvidos circundam por música alta."

"Eu acho que talvez o meu pai me entenda. É difícil dizer. Acho que as pessoas que me entendem melhor são as que não assumem as coisas."

"Johnny Depp é como um irmão para mim. Temos tatuagens iguais nas costas – As Flores do Mal de Charles Baudelaire, aquele esqueleto gigante. É uma espécie de segredo. As pessoas nos dizem: Porque você tatuou isso? E nos dizemos: Por nenhuma razão."

"Atores sempre querem ser músicos e os músicos querem ser atores. A coisa com Johnny é, ele primeiro foi músico, então ele sabe como improvisar. Ele me ensinou a entrar numa sala com alguém que não conheço e começar a tocar."

"Minha mãe sofre de demência, ela não sabe quem eu sou agora, mas quando ela sabia, ela diria: 'Os cavalheiros preferem as loiras' e eu responderia, 'Mas eu sou um vilão.'"

"Quando você pensa sobre isso, o herói é o mocinho quase por padrão. Eles têm esse código moral que os seguem simplesmente porque eles têm que seguir, não porque eles acreditam nisso. O villão é o único com verdadeira paixão."

"Eu não sou do tipo de desvio sexual. Acho que eu iriai rir de nervoso diante de um ménage à trois. Eu sou tímido. Eu sou do tipo de pessoa que apaga as luzes."

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Fonte: Marilyn Manson: abrindo o coração para o The Guardian - Curiosidades http://whiplash.net/materias/curiosidades/159090-marilynmanson.html#ixzz210jtTAte

Última atualização em Seg, 30 de Julho de 2012 19:18
 

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